IMPORTANTE: Instruções para voto na eleição

Instruções aos votantes para a eleição, que tem início nessa terça-feira (27) por um período de 3 dias, até a noite de quinta-feira (29). As urnas não possuem horário fixo de abertura e fechamento, e normalmente se localizam perto da entrada da sua unidade. Caso você não encontre urna aberta na sua unidade, poderá votar em trânsito.

PRESTE ATENÇÃO: NÃO DEIXEM ANULAR O SEU VOTO!

Fiscalize a validação do seu voto:

1 – Não esqueça de assinar o seu nome na lista de alunos matriculados da urna.

2 – Verifique que as cédulas tenham no seu verso 2 (dois) carimbos: um escrito “DCE” e outro com nome de algum Centro Acadêmico. Não aceite uma cédula que tenha apenas 1 carimbo ou 2 carimbos iguais.

3 – Verifique que os mesários tenham rubricado a sua cédula antes de depositá-la na urna.

4 – Caso não haja urna aberta no seu prédio, você tem o direito de VOTAR EM TRÂNSITO em qualquer urna aberta na USP, em qualquer unidade:

O procedimento consiste inicialmente em assinar na ata de urna (seu nome não constará na lista de alunos nesse caso) uma notificação da forma “O aluno ____, estudante de  ____ na unidade ____, e número USP ____ votou em trânsito” e também assinar um envelope que deverá constar na sua face externa os mesmos dados. Após inserido o voto no seu interior, o envelope deverá ser fechado, e tanto os mesários quanto o votante deverão assinar tanto ao lado da identificação quanto sobre o lacre adesivo. Por fim o envelope deverá ser depositado na urna. Tome cuidado para não rasgar ou abrir de alguma forma o envelope quando fizer isso.

Saída de Rodrigo Neves da Chapa Reação

Prezados,

Através deste comunicado, informamos que Rodrigo Souza Neves se desligou da chapa Reação por questões graves de cunho familiar e pessoal (doença na família), situação a qual tem consumido seu tempo e o impede de participar adequadamente das atividades do grupo.

Notificação oficial em seu perfil de Facebook:
https://www.facebook.com/rodrigosouzaneves/posts/415591295124833

A chapa Reação permanece focada dentro dos parâmetros divulgados na Carta-Programa em seu propósito de democratizar o Movimento Estudantil da USP e ampliá-lo para que todos os estudantes possam ter participação e voz nos rumos que o Diretório Central dos Estudantes deve tomar.

Atenciosamente.

Chapa Reação

Divulgação por e-mail

A mensagem oficial de divulgação da Reação está sendo enviada pelos nossos canais oficiais e retransmitidos pelos nossos membros. Caso queira ser incluído em nosso mailing para nos auxiliar na divulgação do material por favor envie mensagem para reacaousp@gmail.com.

Recuse e denuncie propaganda enganosa.

 

Nossos e-mails de divulgação oficial:

divulgacao.reacaousp@gmail.com
divulgacao.reacaousp1@gmail.com
divulgacao.reacaousp2@gmail.com
divulgacao.reacaousp3@gmail.com
divulgacao.reacaousp4@gmail.com
divulgacao.reacaousp.egroups@gmail.com

 

Nossa mensagem oficial:

Chapa Reação – Pelo estudante, contra a greve

Na semana que vem, dias 27, 28 e 29, ocorrerá a eleição para o Diretório Central dos Estudantes (DCE) da USP. Não deixe de votar, seu voto dessa vez pode MUDAR alguma coisa.


Você, que se importa com a USP, leia até o final nossas propostas:

1) Representatividade real dos estudantes e independência plena do DCE perante os interesses do Sindicato dos Trabalhadores da USP (SINTUSP) e de PARTIDOS POLÍTICOS.
Leia as páginas 02, 03, 06, e 10 da carta-programa
e assista ao vídeo 4 – www.youtube.com/watch?v=LbA7sPsXeDg

 

2) Democratização dos fóruns do movimento estudantil e consulta PLEBISCITÁRIA de temas de grande importância, como forma de evitar que decisões sejam tomadas em assembleias sem representatividade realizadas nos campi da capital.
Leia as páginas 07, 11 e 12 da carta-programa e as
sista aos vídeos
1, 2 e 5 – http://www.youtube.com/user/ReacaoUSP

 

3) Reestruturação financeira, transparência nas contas e atos do DCE, e um projeto de recursos para a universidade baseado no modelo tal como o de Harvard e já adaptado para a Politécnica.
Leia as páginas 11 e 13 da carta-programa.

 

4) Representação discente nos conselhos centrais de forma séria com relatórios públicos periódicos.
Leia as páginas 08, 09 e 10 da carta-programa
assista ao vídeo 6 – http://www.youtube.com/watch?v=qTzHO2y05FA

 

5) A favor da realização de um plebiscito amplo sobre a presença da PM no campus, e a favor de que o convênio PM-USP seja cumprido em sua totalidade, havendo uma ouvidoria ligada à USP e a corregedoria capaz de garantir uma segurança responsável e prevenir abusos, e havendo treinamento específico para as unidades que realizam guarda nos campi, em moldes similares ao que ocorre com a ronda escolar. A posição decidida em plebiscito será a decisão adotada pela gestão, a despeito de qualquer posição dos seus integrantes.
Leia as páginas 06, 11, 12 e 16 da carta-programa
assista ao vídeo 3 – http://www.youtube.com/watch?v=Z3lHTvhU7K4


6) Manutenção da reivindicação pela melhora da permanência estudantil concordando com a necessidade do aumento das vagas no CRUSP e incremento das bolsas de auxílio e extensão, mas sem atitudes ilegais que denigrem a imagem do Movimento Estudantil, como a invasão da COSEAS.
Leia as páginas 14, 15 e 16 da carta-programa
assista ao 
vídeo 7 – http://www.youtube.com/watch?v=_RM8tOW4jqQ

Contamos com seu voto para juntos mudarmos a USP.

Queremos representar VOCÊS, não nós mesmos.

 

 

 

 

Início da campanha de panfletagem

Iniciamos hoje no Butantã nossa campanha de panfletagem. Contamos com o apoio de nossos colaboradores no esforço de divulgação e agradecemos toda ajuda.

Para os que acessam nosso site pela primeira vez os convidamos a ler nossa carta programa e assistir aos nossos vídeos do Youtube.

Nossa carta-programa:
https://reacaousp.files.wordpress.com/2012/02/carta-reacao-revisada.pdf

Nossos vídeos no Youtube:
http://www.youtube.com/user/ReacaoUSP

O manifesto pela falsa “democratização” da USP

Segue referência para o texto de Flavio Morgenstern, colunista do site Implicante, estudante da FFLCH-Letras, e membro da Reação.

www.implicante.org/noticias/o-manifesto-pela-falsa-democratizacao-da-usp/

(…)

Podem, portanto, pedir pela expulsão da PM do campus – porém, nunca afirmar que com isso estão “democratizando” algo, se impedem que a voz da maioria (58% da USP and couting) seja ouvida. Apenas querem que suas opiniões prevaleçam – nem que seja sabotando os meios de decisão que eles próprios inventam e invadindo espaços na paulada.

Não custa lembrar que as eleições para o DCE se aproximam (acontecem dos dias 27 a 29 de março), e fica cada vez mais clara a preferência dos estudantes da USP pela chapa Reação, única chapa que não apóia greves, piquetes e invasões – pior, ao invés de impor a opinião de seus cupinchas sobre questões como a PM, prefere que um plebiscito com toda a USP decida, ainda que possa ir contra suas próprias opiniões. Enquanto isso, professores do porte de Marilena Chaui assinam um manifesto clamando para calar a voz da maioria, e chamam os outros de autoritários.

Se manifestos como esse surgem agora que o “risco” de a voz da USP inteira ser ouvida pela primeira vez aparecem, como reclamam de chamar vítima de vítima, revolução de revolução e, no lugar, querem chamar crime penal de “político” e imposição de “democratização”?

Reação continua sem contato da Comissão Eleitoral

Informamos que até este momento a Chapa Reação não recebeu nenhum contato da Comissão Eleitoral para reuniões, debates ou qualquer outra atividade relacionada ao processo eleitoral. Ainda estamos no aguardo.

Chegou ontem ao nosso conhecimento o surgimento de boatos de que a Reação teria se recusado a participar de debates eleitorais. Deixamos claro que sequer tivemos conhecimento de terem sido realizados, isto se é que realmente existiram.

Já havíamos realizado um contato formal com membros de chapas concorrentes, da ex-gestão do DCE, e com alguns Centros Acadêmicos pertencentes à Comissão Eleitoral. Nos responderam que seríamos contatados em breve. Isso foi há 1 mês. Ainda aguardamos. Ansiosamente.

Postagem anterior aqui.

A Chapa Reação e a liberdade estudantil

“O ponto crucial dessa eleição é maior e mais importante que isso: a liberdade do estudante. É importante compreender a liberdade da parte do estudante de aproveitar a Universidade da maneira que ele deseje desde que não atrapalhe os outros estudantes de fazerem o mesmo.”

Um dos principais defeitos de uma greve de estudantes é o fato de que nem todos os estudantes tenham interesse em participar dela. Há os que discordam, os que não têm tempo e outros que, pra falar a verdade, não estão nem aí. De fato, é comum e desejável que os estudantes pensem diferente e, portanto, ajam diferente em uma Universidade. Entretanto, o “status quo” do poder estudantil parece não entender isso.

Para mobilizar os estudantes em prol de um ideal é necessário, com o perdão da redundância, mobilizá-los de fato. E se estiverem em aula, não há greve. A solução encontrada, como se sabe, são os piquetes para evitar as aulas. Mas o piquete atenta diretamente contra a liberdade estudantil, é a forma encontrada de impor à força a pseudo-mobilização sobre os estudantes.

Isso significa que a greve está errada? Não. Mobilizar estudantes não é errado, tampouco protestar é.

Essa eleição para o DCE não se trata, como querem indicar, de um embate entre os contrários à greve e à mobilização dos estudantes e aqueles que defendem a ação efetiva dos estudantes. O ponto crucial dessa eleição é maior e mais importante que isso: a liberdade do estudante. É importante compreender a liberdade da parte do estudante de aproveitar a Universidade da maneira que ele deseje desde que não atrapalhe os outros estudantes de fazerem o mesmo.

Por exemplo, a mobilização dos estudantes foi grande responsável pelo fim do Regime Militar e, principalmente, pelo impeachment do governo Collor, dois eventos importantíssimos para o início e o amadurecimento democrático brasileiro. Mas só logrou êxito porque unida e com apoio da sociedade.

Isto é, ao passo em que, além de não poderem ser estanques à sociedade, os estudantes não podem forçar uma unidade por meio de cadeiraços. Os que fazem isso acreditam estar induzindo à mobilização, mas para os que estão do outro lado das cadeiras, eles estão evitando a mobilidade. A união se perde.

Não há que se fazer juízo de valor sobre as intenções de ninguém. Há boas intenções ao se mobilizar. Basicamente, melhorar a USP. Os métodos para alcançar isso podem causar discordâncias, mas acreditar em maniqueísmos é temeroso.

Contudo, são atitudes como os piquetes que fazem com que a presença da Polícia Militar ou a interferência governamental e da Reitoria na vida acadêmica não sejam debatidos e não proporcionem uma verdadeira mobilização estudantil seja qual for o sentido dela, favorável ou contrária. No fim, sabemos que ela terminará com uma pseudoconstrução de unidade estudantil cujo efeito foi, ironicamente, a não participação dos estudantes na Universidade.

Não se trata de deixar de criticar a maneira pela qual outros estudantes entendam o que devam fazer de sua vida acadêmica, podemos acreditar que seja uma maneira insensata ou prejudicial de aproveitá-la. Não podemos querer que todos os estudantes façam a mesma coisa na USP e aproveitem todos da mesma maneira, no CEPE ou na biblioteca.

Queremos, sim, que todos tenham a liberdade de participar da USP da maneira que quiserem fazer isso. È disso que se trata a liberdade estudantil. Dar a todos a oportunidade de manifestar sua opinião: escrevendo artigos para um blog, fazendo mesas de debates, discursando numa Assembleia, montando uma chapa. Não há diferença de importância quanto a isso porque são todas maneiras de manifestar uma opinião.  Na nossa opinião, a função de um diretório central é tentar ao máximo representar todos esses desejos para melhorar a vida acadêmica, não impedir ninguém – de entrar em greve, de estudar ou de participar de um grupo de estudos – porque não se quer que as pessoas tenham liberdade para fazer isso.